Entrevista para o Jornal “O Tempo”

Durante a feira de papel que aconteceu no Mercado Distrital do Cruzeiro, o nosso grupo Origami Beagá participou de uma entrevista para o jornal O Tempo que foi publicada no dia 04 de maio de 2008.

Nesta mesma oportunidade, também fiz uma entrevista mas que só foi publicada recentemente no dia 25 de julho de 2008. O trecho de que gosto mais é este:

A identidade do origamista impregna a sua criação?

Certamente que sim. Mas aqui gosto de fazer uma divisão: quem cria um origami é um origamista-criador. Quem dobra origami a partir de um diagrama já existente, é um origamista-dobrador. Ambos são origamistas e cada um tem o seu valor. Gosto da analogia que diz que um origamista-criador é como se fosse um compositor e quem dobra um diagrama seria o músico. Cada um dá a sua interpretação às notas que o compositor colocou no papel, assim, quem dobra um diagrama pode dar a sua interpretação ao executar as dobras no origami. É a sua identidade que dará forma ao modelo final.

É um pensamento que se deu início no texto Dobrador x Origamista, mas que lendo (e dobrando) o livro do Román DiazOrigami for Interpreters – tomou o rumo que eu respondi acima.

Norberto Kawakami: Interpretando as dobraduras
Foto: Pedro Silveira


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