Quando um Origami se Torna Clássico?

Esta é uma pergunta que foi instigada através do artigo que li no blog do Román Diáz no artigo Clásico Origámico II.

Lembrando-se de quais origamis já são considerados clássicos, tais como o Tsuru, a Íris, o Catavento, a Rosa Kawasaki e a maioria dos origamis do mestre Yoshizawa, vejo que a principal caracterísitca deles está na facilidade com que é possível fazê-los e na delicadeza de seu resultado final.

Como Román Diáz disse, os origamis super-hiper-complexos ou aqueles que necessitam de papel específico ou técnica muito especializada não são grandes candidatos a fazer parte dessa lista. Principalmente porque, por mais que eles sejam admiráveis e podendo até serem consideradas obras de arte, eles serão pouco dobrados. E se são pouco dobrados, não serão populares.

Pensando nisto, e observando a obra deste origamista, notamos que menos é mais, que mesmo na simplicidade podemos obter aquele charme em um origami. E é por isso que admiro tanto os origamis que ele faz.

Raposa de Román Diáz

Observando obras como esta raposa que foi recém criada, ou este javali e cisne, diga-me se não há grandes chances deles se tornarem bastante populares e certamente um clássico origamístico.

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14 Comentários
  1. Pipida Fontenelle
    29 junho 2007 | Responder
  2. 29 junho 2007 | Responder
  3. 29 junho 2007 | Responder
  4. 29 junho 2007 | Responder
  5. kauan
    29 junho 2007 | Responder
  6. 29 junho 2007 | Responder
  7. Renata
    29 junho 2007 | Responder
  8. Alan
    29 junho 2007 | Responder
  9. ingrid caroline
    29 junho 2007 | Responder
  10. leonardo
    29 junho 2007 | Responder
  11. Cleide
    29 junho 2007 | Responder
  12. 29 junho 2007 | Responder

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